Tratamentos para Bruxismo em vigília

No e-book “O cérebro com bruxismo da vigílianós conversamos sobre a neurofisiologia dos movimentos parafuncionais e revisamos que a gênese desse comportamento ocorre no sistema nervoso nervoso central.

E, para fixarmos um ponto importante, gostaria de destacar uma pergunta frequente sobre o tema:

Porque é difícil controlar o Bruxismo em vigília de forma duradoura através de tratamentos convencionais?

Nós sabemos que o enfoque principal do tratamento de mialgias é o controle do quadro álgico do paciente. E isso faz sentido, já que a dor é o principal fator que leva os pacientes aos consultórios.

Os principais recursos terapêuticos que aliviam a dor muscular são: fototerapia (LASER), eletroterapia (TENS), termoterapia (compressas aquecidas ou frias, dependendo da fase da lesão), o agulhamento seco e os recursos terapêuticos manuais (como a liberação miofascial, por exemplo).

Terapia manual DTM e dor orofacial

Essas técnicas são importantes para reduzir a inflamação, melhorar a biomecânica muscular e/ou reduzir a percepção dolorosa dos pacientes.

O problema é que todos esses recursos possuem ação periférica e passiva, portanto não agem na causa primária do Bruxismo em vigília (BV).

Como já conversamos, o BV é um comportamento motor gerado no sistema nervoso central e, por esse motivo, o controle periférico dos sintomas deve ser encarado apenas como o primeiro objetivo terapêutico do programa de tratamento.

Então, qual deve ser o nosso próximo passo? Como evitar que o paciente volte a apresentar sintomas, em um curto espaço de tempo? Nós, como profissionais de saúde especialistas, temos o dever de oferecer soluções de curto e longo prazo para os nossos pacientes. E, é nesse ponto que o Biofeedback tem o seu papel.

 

Nos próximos e-mails, nós iremos comentar casos clínicos de pacientes treinados com o Biofeedback para entendermos quais são os benefícios práticos dessa abordagem. Até mais!

 

Você gostaria de saber mais informações sobre essa ferramenta?

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Ubirakitan Maciel

Diretor científico da neuroUPMestre em Neurociências pela UFPE

contato@neuroup.com.br

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